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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Enjoei chocolate

(post escrito dia 30/10/2012)
Era isto. Este facto merece um título.
Enjoei chocolate, vomito quase tudo o que como e tenho sobrevivido a gelatinas. Nada mau.

domingo, 28 de outubro de 2012

Já cá faltava...

Depois da tosse manhosa e do ranho, tenho a Rita com febre e a dormir desde as 18h30.
Não tinha saudades nenhumas disto. Caraças, pá!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Do desfralde nocturno

(ou da ausência de um)

Há uns tempos tentámos fazer o desfralde nocturno ao João. Ele já acordava muitas noites seguidas com a fralda seca e achámos que estava na hora. Não correu bem. Levámos a cabo as sugestões que nos fizeram para os eventuais acidentes não perturbarem muito a noite deles - e a nossa -, mas a coisa não se deu. Chegámos a tentar acordá-lo a meio da noite (coisa que eu odeio e acho uma turtura para eles, mas, ainda assim, tentei) para o levar à sanita e era uma comédia - ou um drama... O João pura e simplesmente não acorda e não faz xixi se o obrigarmos. Não faz, nem uma pinga, nada de nada!

Depois, já não sei o que aconteceu, acho que ele ficou adoentado ou coisa que o valha e os incidentes nocturnos aumentaram. Não sou muito de os forçar a fazer as coisas contra o timing deles - a não ser que veja que andam a "gozar" comigo, tipo os cocós nas cuecas da xôdona Rita - e acabámos por voltar a deixá-lo dormir com a fralda posta. O curioso é que me cabem nos dedos de uma mão as vezes em que ele acorda com a fralda molhada - mas quando acorda é porque encheu a fralda e saiu por fora.

Fiquei, assim, sem saber muito bem o que fazer. Ele não bebe muitos líquidos à noite, mas dorme 11 horas seguidas. E não faz xixi se o acordarmos para fazer. Na maioria das noites acorda de fralda seca e muito orgulhoso porque a fralda não está "amarela". Mas, se lhe dermos a escolher, ele continua a preferir dormir com a fralda posta. Está mais que visto que vou ter que falar com a pediatra, mas sinceramente também não vejo o que mais ela me vai dizer...

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Avanços

No Sábado disse ao João que os biberões se tinham estragado e que, se queria leite, tinha que o beber pela caneca. Ainda resmungou um bocadinho, mas lá bebeu não muito satisfeito. E no Domingo outra vez e espero que assim continue. Era a única coisa de "bebé" que ainda tinha, além da fralda à noite (essa são outros 200...).
...
Do desfralde da Rita, desisti dos ralhetes, do lavar o rabo com água fria, do estar de 10 em 10 minutos a perguntar se queria fazer cocó e passei para a chantagem - ups! Se fizer cocó na sanita tem direito a rebuçado. Se fizer nas cuecas não... Só posso dizer que a coisa melhorou drasticamente - ainda não a 100%, mas para lá caminha. A minha filha é, portanto, uma interesseira.

domingo, 21 de outubro de 2012

Post escrito em 21/10/2012
Depois de (mais um) aborto espontâneo em finais de Agosto, desta vez às 6 semanas de gestação e com uma gravidez planeada, viemos para casa abananados e desmotivados. A minha obstectra não disfarçou o olhar de preocupação: mesmo não tendo sido seguidos, já são 3 na nossa conta, em 5 gravidezes. Disse-me que, para já, não podia fazer nada em termos médicos/hospitalares, mas, se quisessemos continuar a tentar, para tomar o Cartia. Assim fiz.

Dia 12/09 tinha ido ter com ela ao hospital e tinha o útero limpo e, aparentemente, estava a ovular. Vim para casa e andámos uns dias sem pensar no assunto. Voltámos à nossa rotina (leia-se vida sexual) passados alguns dias e fiquei pacientemente à espera do período.

Passaram 5 semanas desde o aborto e comecei a ficar ansiosa. Fui sempre certinha, até depois dos abortos o meu ciclo regularizava pelos 28/29 dias. Tinha dores nas mamas e pensei que estivesse para chegar a qualquer momento. Nem me passou pela cabeça fazer um teste. Passou outra semana e as mamas cada vez me doíam mais. Comecei a acordar de noite com fome. Passou-me pela cabeça que talvez estivesse grávida outra vez, mas as coisas chegam a um ponto em que questionamos tudo, principalmente a nossa sanidade mental. Pensei que fosse tudo dos nervos e continuei a não fazer teste algum. Até ao dia em que o marido achou que era boa ideia não esperar mais. Mega-positivo. Disse-lhe que não podia ser. Que ainda deviam ser hormonas da gravidez anterior e que era um disparate engravidar logo a seguir a um aborto sem ter feito ao menos um ciclo de intervalo.

Entretanto, começaram os enjoos a doer. Acabaram-se as dúvidas. Já nem sabia se havia de me rir ou de chorar. Marquei consulta na médica de família e contei-lhe a história toda. Pelas contas dela, devo estar grávida de 7 semanas. Pediu-me para falar com a minha ginecologista (o que farei amanhã) que ela está de serviço no hospital na quarta-feira (24/10). Assim que tiver a confirmação pela ecografia pediu-me para lhe telefonar para marcarmos consulta de saúde materna, mas passou-me logo a isenção.

E andamos assim. Já disse ao George que se não for desta, desistimos do terceiro filho. Podem chamar-lhe o que quiserem, selecção natural, a natureza a fazer o seu trabalho, bla bla bla, mas para mim já são 3 filhos que se perdem. E o segundo, principalmente, ainda me faz doer tudo por dentro. Acho que só mesmo quem passa por elas é que sabe o que digo e o que sinto. Tenho medo de ficar entusiasmada. Tenho medo de me sentir feliz. Tenho medo das expectativas. Tenho pavor da eco das 12 semanas.

sábado, 20 de outubro de 2012

Tenho uma lágrima...

“Gosto muito de ti. Vou gostar de ti para sempre, mãe“.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Consulta(s)

Hoje tive consulta de rotina no centro de saúde e aproveitei para levar as duas crias, por descargo de consciência, já que têm andado os dois com uma tosse manhosa (e já a tomar Aerius) e o João tem andado também bastante ranhoso. Estamos o 3 finos. Os pulmões deles estão limpinhos e a ranhoca é mesmo só no nariz. Fruta da época, disse a médica a rir, já que este ano nem cheirámos a meia-estação e passámos directamente para o pleno Inverno... Enfim... É para continuar o Aerius e muito soro nos narizes. A Rita veio ainda com a receita para comprar e levar a Istivac infantil (vacina da gripe), tal como no ano passado, para prevenir as maleitas mais feias dos "bichos do frio".