
Cá estamos nós! Melhor da constipação, mas ainda sem estar a 100%... Mas para lá caminho! ;o) Tenho tido contrações cada vez mais frequentes e intensas e acentuou-se o peso e pressão que sinto no fundinho da barriga e na vagina. Parece-me que o meu corpo está nos preparativos finais... O João continua a mexer-se que nem um maluco, mesmo com o espaço a ficar cada vez mais reduzido... Há momentos em que me aleija de tal maneira que solto um gemido e me vêm as lágrimas aos olhos, mas quando arranjo uma posição mais ou menos confortável adoro ficar a babar-me para os altinhos e altões que aparecem na minha barriga. Sinto-me invadida pelo "Alien", que pode furar o meu 'bigo a qualquer momento! LOL!
Mais novidades... como sabem, optei por não fazer curso de PPP. No entanto, há cerca de duas semanas recebi informações sobre um
curso de massagens para bebés, através de e-learning (sou fã, apoiante e apologista do e-learning e do ensino à distância), uma excelente opção para quem vive em Peniche e está confinada ao repouso forçado... Apesar da data ser muito próxima ao possível nascimento do João, decidi inscrever-me na mesma. Começou este Domingo e a data limite para o acabar é dia 5 de Abril. No entanto, espero acabar a formação até dia 31 de Março! Até agora estou a gostar. É uma área que me interessa tanto em termos pessoais como profissionais e recomendo! Ainda por cima, como é um dos cursos novos, tem um bom desconto!
"A massagem ajuda a acalmar o bebé, a regularizar o sono, eliminando as insónias e tensões; previne ou resolve as cólicas e ajuda também a prevenir e diminuir problemas respiratórios como rinite e bronquite; favorece ainda o desenvolvimento psicomotor, e equilibra o bebé física, energética e emocionalmente.
Em Portugal foi formalizado o núcleo português da IAIM em Abril de 2003, com o nome de Associação Portuguesa de Massagem Infantil (APMI). Embora em Portugal a massagem ao bebé possa ainda ser considerada novidade, ela é, na realidade, uma prática bastante comum em alguns países ocidentais (ex. Inglaterra, Países Nórdicos), contando mesmo com a comparticipação da Segurança Social."