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quinta-feira, 31 de março de 2011

Da Rita: as rotinas

Desde que saiu do hospital que temos andado a tentar definir as rotinas da Rita. Acorda entre as 7 e as 7h30 e bebe 240 ml de leite (quase sempre). Quando nos vê a tomar o pequeno-almoço começa a reclamar e come uma bolacha Maria ou uma côdea de pão. Dorme uma sesta grande por volta das 9h30/10h e acorda sempre perto do meio-dia, hora a que almoça sopa com carne e fruta. Como ela já come tão bem o pão e as bolachas, esta semana já lhe dei a sopa menos passada. Por volta das 14h/14h30 faz outra sesta - à mesma hora que o João. Acorda entre as 15h30 e as 16h e lancha um prato de Cerelac - é a única papa de que gosta. Por volta das 18h faz uma mini-sesta de meia hora, toma a banhoca por volta das 19h/19h30 e depois janta sopa com peixe e fruta. Entre as refeições passa o tempo a pedinchar e a comer bolachas e pão e às vezes come um boião de fruta. Não gosta de iogurtes. Vai para a cama às 21h e dorme a noite toda. Nas três semanas a seguir à alta, o papá acordava-a por volta da meia noite para lhe dar um biberão de leite porque ela tinha perdido peso. Nuns dias bebia o leite todo noutros quase nada. Quando o quase nada se tornou constante, deixámos de a acordar e passou a dormir a noite toda desde as 21h até às 7/7h30.

terça-feira, 29 de março de 2011

Este rapaz dá-me cabo do juízo

(foto retirada) Voltámos à saga "Eryplast Lutsine". Ontem à tarde, pensava eu que ele estava a dormir a sesta, quando o fui espreitar e dei de caras com este espectáculo. A minha reacção foi rir, rir até às lágrimas enquanto chamava pelo pai. Claro que levou um raspanete e ficou com este ar de "Madalena arrependida"... Tinha creme até nos dentes e na língua. E, acreditem, este creme é tão, mas tão difícil de limpar. Lição a reter: não deixar o creme do rabo da Rita à mão de semear.

sexta-feira, 25 de março de 2011

A arte do rastejanço

Ela rasteja. Ela dá cabeçadas na bola. Uma desenrascada, é o que é! E linda! ;o)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Da sesta

A sesta de hoje está a ser uma comédia. Ou não.
Deitei-os, cada um na sua cama, e passado um bocado ouço, pelo intercomunicador, o João a dizer que vai puxar os pés à irmã. Ainda me deixei estar um minuto, mas depois fui lá espreitar. Pensei que ele estivesse levantado a puxar os pés da Rita pelas grades. Mas não. Ele estava era dentro da cama de grades com ela, em anema cavaqueira e risota. Ralhei com ele - uma das condições para a mana estar no quarto com ele era que ele não voltasse a subir para a cama dela - e meti-o novamente na cama dele. Choraram. Choraram os dois em plenos pulmões. Depois de acalmarem, continuou a palhaçada, a converseta e os risinhos. Fui lá novamente e, quando entrei, vi o João com uma das chuchas da Rita na boca - que se apressou a tentar esconder. Ia-me dando uma coisinha má. Costumamos ter uma chucha suplente na mesinha de cabeceira para, quando ela deixa cair a dela ou não a conseguimos encontrar durante a noite, termos ali uma à mão. Evidentemente, nunca mais vamos deixar lá a dita cuja - é tentador de mais para o João e não tinha pensado nisso... O João parecia mesmo um viciado a dar mais uma passa no cigarrinho - ficou tão envergonhado por ter sido apanhado com a boca na botija... Não ralhei com ele, mas disse-lhe que não pode usar as chuchas da mana e que ia tirá-la dali. Não consegui ralhar com ele... Uma hora e meia depois de os ter deitado, reina o silêncio absoluto.
...
Para registar: a Rita foi ao peso. Conta com 7,090 kg.

domingo, 20 de março de 2011

Da Rita

(fotos retiradas) E não é que hoje a Rita se pôs várias vezes na posição de gatas, com o rabo no ar durante poucos segundos - 2 ou 3 -, já a preparar-se para o gatinhanço?! E não é que, se o chão tiver aderência suficiente, ela já prefere rastejar e dar pequenos impulsos com o corpo para a frente em vez de rebolar? Querem ver que não tarda tenho a miúda a gatinhar pela casa toda? Já?! Eu ainda não estou preparada para um passo tão grande. A minha bebé ainda é tão pequenina!

sábado, 19 de março de 2011

Dia do pai


Porque ser pai é amar incondicionalmente.
É educar. E ralhar quando é preciso.
E é dar colo e muitos mimos.
E é fazer brincadeiras tontas que a mamã não faz.
É fazer o avião e ensinar a dar combalhotas.
É ir à piscina e dar-lhes banho.
E estar sempre lá mesmo não estando.
Para o papá cá de casa, que dizia não querer filhos por ter medo de não estar à altura do desafio. És o melhor pai que conheço (empatado com o meu pai, claro ;)) e a alegria dos nossos filhos diz muito mais do que qualquer palavra que consiga escrever.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Consulta

Hoje foi o dia da consulta externa de pediatria da Rita. Antes de irmos para o hospital ainda passámos no Centro de Saúde para ela levar a Prevenar. Chegámos ao hospital mais cedo e ela entrou logo. Primeiro passou pelo gabinete de enfermagem para ser pesada e medida. A balança mostrou uns modestos, mas muito positivos, 6,995 kg - já está a voltar ao percentil dela. Mede 68,5 cm e tem 42,8 de PC. Depois fomos para a consulta propriamente dita e ficámos a saber que as análises estão francamente boas e alguns valores até estão melhores do que a pediatra estava à espera. A auscultação também estava boa e, tendo em conta que ela tem tido apetite, tem comido bem, aumentou de peso, tem estado sempre bem-disposta e sem febre, já pode retomar o dia-a-dia normalmente. No entanto, a médica aconselhou-nos a evitar sítios muito poluídos, centros comerciais e hipermercados aos fins-de-semana - dias de maior afluência. Da anemia também está melhor, é para continuar o ferro mais um mês e depois parar.

Fiquei mais aliviada e descansada, mas ando sempre com um aperto no coração com medo que ela volte a ficar tão doente. Perguntei à pediatra se ela tinha mais probabilidades que as outras crianças de voltar a ter pneumonia e ela disse que não. Tudo indica que a pneumonia tenha sido uma consequência da bronquiolite e que não esteja relacionada com nenhum outro problema. Disse-nos que é normal e que não há problema nenhum se ela ficar costipada, com tosse, ranhocas e etc, mas para estarmos atentos. Só no caso de ela ter, por exemplo, 3 pneumonias bacterianas ou 5 otites no período de um ano é que se fariam mais exames para despistar algum problema ao nível do sistema imunitário da Ritinha. Mas, frisou, nada aponta nesse sentido.

Assim, tivemos alta definitiva do acompanhamento hospitalar.